sábado, 14 de agosto de 2010
Ciganos na Europa: Notícias
12 milhões de ciganos continuam segregados e discriminados na Europa
servicopastoraldosmigrantes
Os ciganos, a maior minoria étnica da União Europeia, continuam enfrentando a discriminação e a segregação de modo persistente. A Comissão Europeia instou os Estados-Membros, num relatório apresentado na quarta-feira (07), a utilizar os fundos da UE para a sua integração social e econômica. O acesso desta comunidade ao emprego, à educação sem segregação, à habitação e à saúde, afirma o relatório, é vital para a sua inclusão. A integração dos cerca de 10 a 12 milhões de pessoas que constituem esta comunidade – uma população tão importante como a da Bélgica ou da Grécia – é uma responsabilidade conjunta dos Estados-Membros e das instituições da UE. O progresso alcançado em matéria da sua integração nos últimos dois anos é objeto de um outro relatório em separado. Estes relatórios serão revistos pelos participantes na segunda cimeira europeia sobre os ciganos, que se encerra hoje (08), em Córdoba, na Espanha.
«A União, que se fundamenta em valores fortes, deve assegurar que os direitos fundamentais dos ciganos sejam respeitados. A discriminação desta minoria étnica não é aceitável, diz a Vice-Presidente da Comissão, Viviane Reding, Comissária para a Justiça, os Direitos Fundamentais e a Cidadania. “A solução dos seus problemas beneficia as nossas sociedades e economias. Só com a regularidade e a coordenação das nossas ações poderemos realmente melhorar a situação desta etnia em toda a Europa».
László Andor, Comissário da UE para o Emprego, os Assuntos Sociais e a Inclusão, salientou: «Os esforços para integrar o povo cigano devem abranger um ciclo de vida inteiro, desde a pré-primária até ao ensino regular para as crianças, empregos para os adultos e cuidados para os idosos. As comunidades ciganas devem também poder participar esse beneficiar da luta contra a pobreza e o desemprego.» Acrescentou ainda que “o povo cigano não precisa de um mercado de trabalho à parte, não precisa de escolas que prolonguem a segregação das crianças ciganas e não quer guetos ciganos renovados. O nosso objetivo é fazer com que os ciganos sejam aceites em igualdade de circunstâncias, que sejam integrados na sociedade. O Fundo Social Europeu é um mecanismo importante para apoiar esta abordagem transversal.»
Na comunicação política, a Comissão esboça um programa intercalar ambicioso para responder aos maiores desafios em termos de inclusão dos ciganos, que são:
A mobilização dos fundos estruturais, incluindo o Fundo Social Europeu – que no total representam quase metade do orçamento da UE – para apoiar a inclusão deste povo;
A tomada em consideração das questões relacionadas com esta comunidade em todos os domínios políticos relevantes ao nível nacional e da UE, como o emprego, o desenvolvimento urbano, a saúde pública e o alargamento da UE;
Aproveitar o potencial desta comunidade para apoiar o crescimento inclusivo como elemento da estratégia para a Europa 2020.
Embora a situação de muitas comunidades ciganas da Europa permaneça difícil, foram alcançados progressos importantes tanto ao nível comunitário como nacional. Nos últimos dois anos, a UE e os Estados-Membros esforçaram-se para que a legislação de luta contra a discriminação e o financiamento em prol da inclusão dos ciganos fossem mais eficazes. As medidas incluíram, por exemplo, a luta contra a discriminação, a segregação e a violência racista, assim como o apoio aos programas destinados a quebrar o círculo vicioso da pobreza, da marginalização social, dos maus resultados escolares e das precárias condições de habitação e de saúde.
Por exemplo, a Comissão lançou processos judiciais contra 24 Estados-Membros para garantir que a legislação da UE de luta contra a discriminação por motivos de raça fosse corretamente transposta para a legislação nacional. Destes processos, 12 estão ainda a correr e 12 terminaram com êxito. Para incentivar a utilização eficaz dos fundos estruturais por parte dos Estados-Membros, a Comissão lançou dois estudos que identificarão os projetos, os programas e as políticas de maior êxito no que toca à inclusão dos ciganos – um primeiro estudo sobre os fundos em geral e um segundo no domínio do apoio do Fundo Social Europeu aos ciganos.
A comunicação e o relatório intercalar serão discutidos na segunda cimeira europeia sobre os ciganos, que é organizada em conjunto com a presidência espanhola da UE. O evento junta representantes de alto nível das instituições da UE, dos Estados-Membros e da sociedade civil para rever os progressos alcançados desde a primeira cimeira, em 2008.
Antecedentes
A comunidade cigana é discriminada nos domínios econômico, social e político. A riqueza que poderia trazer à sociedade europeia é frequentemente negligenciada e prejudicada por estereótipos e preconceitos.
No seguimento do apelo dos líderes da UE, a Comissão publicou um relatório completo sobre os instrumentos, as políticas e os progressos alcançados pela UE na inclusão desta comunidade, que foi apresentado na primeira cimeira, realizada em Setembro de 2008. Em Dezembro de 2008, os líderes da UE confirmaram o compromisso dos seus governos para utilizar as ferramentas disponíveis em prol da inclusão desta comunidade. Em 2009, a Comissão lançou a Plataforma Europeia para a Inclusão dos Ciganos que junta peritos e decisores políticos. Foram desenvolvidos 10 princípios comuns e básicos para a inclusão deste povo que orientarão a planificação política de ações eficazes e a sua aplicação.
A UE dispõe de um quadro jurídico para o combate à discriminação. Usa os fundos estruturais europeus e lança iniciativas de sensibilização contra a discriminação dos ciganos. Além disso, coordena domínios de intervenção particularmente relevantes para a inclusão deste povo, como sejam a educação, o emprego e a inclusão social.
Informações adicionais
A UE e os ciganos :
http://ec.europa.eu/roma
2.ª cimeira europeia sobre os ciganos :
http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=88&langId=en&eventsId=234&furtherEvents=yes
Europe 2020 :
http://europa.eu/press_room/press_packs/europe_2020/index_en.htm
Vídeo da conferência de imprensa: Conhecemos realmente os ciganos?
http://www.tvlink.org/mediadetails.php?
key=14dd891ef3e6ee4b9e6b&title=Do+we+really+know+the+Roma%3F++International+Roma+Day+raises+the+question&titleleft=Employment
Fonte: Revista Oriundi, 08/04/10.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Estudo do Baralho Cigano: Noção de Arquétipo
Texto de Claudia Baibich
Existem ideias ou padrões universais presentes em todas as culturas e que possuem significados atemporais, sendo percebidos, experenciados e identificados somente através da manifestação simbólica. Essa manifestação da-se por meio de imagens e fortes emoções.
Encontram-se além da consciência e são adquiridos de forma hereditária, representando o aspecto psíquico do cérebro, segundo a interpretação Junguiana:
Jung escreveu que “Os arquétipos são sistemas de prontidão que são aoAtravés da análise arquetípica, percebe-se o padrão de comportamento que está atuando na pessoa, através da manifestação de um ou mais arquétipos de modo constante e recorrente ou de maneira eventual.
mesmo tempo imagens e emoções. São hereditários como a estrutura do cérebro. Na
verdade é o aspecto psíquico do cérebro. Constituem, por um lado, um preconceito
instintivo muito forte e, por outro lado, são os mais eficientes auxiliares das
adaptações instintivas. Propriamente falando, são a parte ctônica da psique – se
assim podemos falar – aquela parte através da qual a psique está vinculada a
natureza, ou pelo menos em que seus vínculos com a terra e o mundo aparecem
claramente. Os arquétipos são formas típicas de comportamento que, ao se
tornarem conscientes, assumem o aspecto de representações, como tudo o que se
torna conteúdo da consciência. Os arquétipos são anteriores à consciência e,
provavelmente, são eles que formam os dominantes estruturais da psique em geral,
assemelhando-se ao sistema axial dos cristais que existe em potência na água -mãe,
mas não é diretamente perceptível pela observação. Do ponto de vista empírico,
contudo, o arquétipo jamais se forma no interior da vida orgânica em geral. Ele
aparece ao mesmo tempo que a vida. “Dei o nome de arquétipos a esses padrões,
valendo-me de uma expressão de Santo Agostinho: Arquétipo significa um “Typos”
(impressão, marca -impressão), um agrupamento definido de caracteres arcaicos,
que, em forma e significado, encerra motivos mitológicos, os quais surgem em
forma pura nos contos de fadas, nos mitos, nas lendas e no folclore.”
Esses arquétipos podem ser:
do herói salvador;
do velho sábio;
da donzela que necessita de proteção;
da sedutora histérica que tem prazer apenas em seduzir e não vive sua paixão;
da sacerdotisa;
da mãe castradora;
do louco;
do monge solitário,
do guerreiro que necessita conquistar;
do predador que necessita destruir;
do mago que necessita controlar almas e mentes;
da velha bruxa;
do líder;
do pecador que precisa punir a si mesmo;
do jovem que precisa que lhe indiquem o caminho;
do auto destruidor que não permite a própria felicidade;
da morte á qual todos estão fadados;
da impotência;
do castigo divino e a ira de Deus;
Todos esses arquétipos apresentam uma dualidade e descrevem aspectos positivos e negativos, pois eu posso liderar um grupo de resgate e salvamento ou liderar um atentado terrorista, é o mesmo arquétipo que está atuando em mim.
Eu tenho que aprender a escolher a forma de usar essa energia primordial e vital, tenho que procurar me conhecer e decidir se fico preso a roda das encarnações, sempre nas mesmas lições ou se escolho a libertação através do crescimento e do aprendizado com os erros recorrentes.
É preciso estar cônscio de que se tenho que viver e aprender algo, não adianta adiar, adiar e adiar, minha vida não muda, minha essência fica estagnada se não resolvo o que tem que ser resolvido.
É como se vivêssemos eternamente o mesmo conto, escrito pelo mesmo autor e dirigido pelo mesmo diretor, apenas circunstancialmente adpatado.
E o que isso tem a ver com Baralho Cigano, Tarot, Astrologia, Runas, Numerologia, etc...
TUDO!
Aliás tem relação com muito mais.
Um abraço e muita Paz.
Continuamos nossos estudos semana que vem.
Sugestão: Analisem o que acontece de modo recorrente em sua vida, como são seus relacionamentos, seu trabalho, seu dinheiro, suas necessidades, etc.
Abra-se para a percepção de si mesmo.
CLAUDIA BAIBICH
terça-feira, 6 de julho de 2010
Introdução ao Baralho Cigano na Umbanda
A mulher cigana tem por tradição uma forte ligação com as artes adivinhatórias (ou divinatórias).
Aprendem desde cedo a realizar a leitura de mãos e do baralho, respectivamente quiromancia e cartomancia.
A pedidos de leitores, irei iniciar nesse blog, um estudo sobre os arquétipos do barralho cigano.
Esse estudo tem por objetivo fazer com que médiuns que trabalham com as entidades ciganas, aumentem sua percepção sobre esses arquétipos.
Para isso, iremos estudar:
- Arquétipos
- Precognição
- Sincronicidade
- As cartas individualmente
- Leitura
Aprendem desde cedo a realizar a leitura de mãos e do baralho, respectivamente quiromancia e cartomancia.
A pedidos de leitores, irei iniciar nesse blog, um estudo sobre os arquétipos do barralho cigano.
Esse estudo tem por objetivo fazer com que médiuns que trabalham com as entidades ciganas, aumentem sua percepção sobre esses arquétipos.
Para isso, iremos estudar:
- Arquétipos
- Precognição
- Sincronicidade
- As cartas individualmente
- Leitura
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
O Segredo das Cartas Ciganas
Segredos das Cartas Ciganas: Utilizando as Cartas Ciganas do Brasil
Sibyla Rudana, descendente de ciganos louvaras húngaros, é atualmente um dos nomes mais respeitados nos meios culturais ciganos. Neste trabalho, em que associa a leitura e o conteúdo das Cartas Ciganas a imagens e situações tipicamente brasileiras, demonstra mais uma vez seu domínio sobre o universo deste povo que, mantém sua unidade e respeito à suas mais profundas tradições. Uma leitura é feita com base em muita sensibilidade e intuição, mas também em muita técnica. Este livro é importante para quem quer conhecer as Cartas Ciganas, mas também é um instrumento fundamental para quem quer aperfeiçoar seu jogo.
Editora: Cristális
Autor: SIBYLA RUDANA
Sibyla Rudana, descendente de ciganos louvaras húngaros, é atualmente um dos nomes mais respeitados nos meios culturais ciganos. Neste trabalho, em que associa a leitura e o conteúdo das Cartas Ciganas a imagens e situações tipicamente brasileiras, demonstra mais uma vez seu domínio sobre o universo deste povo que, mantém sua unidade e respeito à suas mais profundas tradições. Uma leitura é feita com base em muita sensibilidade e intuição, mas também em muita técnica. Este livro é importante para quem quer conhecer as Cartas Ciganas, mas também é um instrumento fundamental para quem quer aperfeiçoar seu jogo.
Editora: Cristális
Autor: SIBYLA RUDANA
quarta-feira, 12 de maio de 2010
INDICAÇÃO DE BIBLIOGRAFIA CIGANA
NÚCLEO DE ESTUDOS CIGANOS
BIBLIOGRAFIA CIGANA
A bibliografia citada a seguir está disponível para pesquisadores ciganos e não-ciganos no
Núcleo de Estudos Ciganos (NEC)
a/c - Frans Moonen
Rua Manoel Joaquim de Almeida 104
Iputinga
50670-370 Recife - PE
fjmmoonen@yahoo.com.br
1. Bibliografia brasileira:
Adolfo, Sérgio Paulo.
1999. Rom: uma odisséia cigana, Londrina: Editora UEL
Aristicth, J.
1995. Ciganos: a verdade sobre nossas tradições, Rio de Janeiro: Irradiação Cultural
Bueno, V. R. dos Santos
1990a. Espacialidade e territorialidade dos grupos ciganos na cidade de São Paulo, São Paulo: USP, Monografia de Especialização em Geografia (ms)
1990b. “La problemática spaziale dei calons nomadi”, Lacio Drom, ano 26, n. 6, pp. 11-19
1992. “Le politiche regionali e locali verso gli zingari in Brasile”, Lacio Drom, suplemento ao n. 1/2, pp.128-132
1997. “A globalização e o espaço do cidadão”, Travessia, ano X, n. 27, pp.15-21
Caldeira, Hugo.
1996. A bíblia e os ciganos, Belo Horizonte: O Escriba Editora
Campos, Claudia Camargo.
1999. Ciganos e suas tradições, São Paulo: Madras
Cândida, Ninon Roze Sobreira.
1995. Trajetória cigana: um povo fiel a si mesmo, Belo Horizonte: PUC, Monografia de Graduação em História (ms)
Cavalcanti, S. M. Ribeiro Simon
1994. Caminheiros do Destino, São Paulo: PUC/SP, Dissertação de Mestrado em História (ms)
China, J.d’Oliveira
1936. “Os ciganos do Brasil”, Revista do Museu Paulista, Tomo XXI, pp. 323-669
Dornas Filho, J.
1948 - “Os ciganos em Minas Gerais”, Revista do Inst. Histórico e Geográfico de Minas Gerais, Vol. III, pp. 138-187
Gasparet, Murialdo.
1999. O rosto de Deus na cultura milenar dos ciganos, São Paulo: Paulus
Hoffmann, C. C.
1992. A alma roubada: estudo de um grupo cigano em Jaraguá do Sul, Blumenau: Instituto de Pesquisas Sociais
Liechocki, Sally E. Esmeralda.
1999. Ciganos: a realidade, Niterói: Heresis
Lima, Solange T. de.
1996. Paisagens & Ciganos, Rio Claro: UNESP, Tese de Doutorado em Geografia (ms)
Locatelli, M.
1981 - O ocaso de uma cultura: uma análise antropológica dos ciganos, Santa Rosa: Barcellos Editora
Macedo, O.
1992 - Ciganos: natureza e cultura, Rio de Janeiro: Imago
Maia, L. Mariz.
1993. Ciganos na Comunidade Europeía: documentos, João Pessoa: PR/PB
1996 - The Rights of the Gypsies under English and Brazilian Law, London: School of Oriental and African Studies, LMM Essay (ms)
Mello Moraes Filho, A.
1981 [1886/1885] - Os ciganos no Brasil & Cancioneiro dos ciganos, Belo Horizonte: Itatiaia
Moonen, F.
1993. Ciganos Calon no sertão da Paraíba, Brasil, João Pessoa: PR/PB (2a. edição, Cadernos de Ciências Sociais 32, João Pessoa: MCS/UFPB, 1994)
1995. As minorias ciganas e o Direito: projeto de estudo interdisciplinar, Cadernos de Ciências Sociais 36, João Pessoa: MCS/UFPB
1996. “A História esquecida dos Ciganos no Brasil”, Saeculum: Revista de História, João Pessoa, UFPB, no. 2, pp. 123-138.
1997. Ciganos, na Europa e no Brasil, Recife (edição do autor; 1ª ed. 1996)
1999. Rom, Sinti e Calon: os assim chamados Ciganos, Recife, Núcleo de Estudos Ciganos
2000a. Rom, Sinti e Calon: os assim chamados ciganos, Recife: NEC, E-Texto nº 1 [www.dhnet.org.br]
2000b. As Minorias Ciganas: direitos e reivindicações, Recife: NEC, E-Texto nº 3 [www.dhnet.org.br]
2000c. Ciganos Calon na Paraíba, Brasil (1993), Recife: NEC, E-Texto nº 4 [www.dhnet.org.br]
2001. “Historia de los gitanos de Brasil”, I Tchatchipen, nº 34, pp.4-18
2002a. “Assassinatos reais de mitos errantes (I): o Poraimos (Holocausto) cigano”, Insight/ Inteligência, nº 16, pp.126-135
2002b. “Assassinatos reais de mitos errantes (II): consagração da imagem, profanação das gentes”, Insight/Inteligência, nº 17, pp. 77-85
2002c. “Assassinatos reais de mitos errantes (III): dos reis ciganos aos presidentes da Nação Romani”, Insight/Inteligência, nº 18, pp.121-130
Mota, Á. Vilas Boas da.
1982. “Contribuição à história da ciganologia no Brasil”, Revista do Inst. Histórico e Geográfico de Goiás, ano X, pp.3-42
1984 - “Os ciganos do Brasil”, Correio da Unesco, 12, p.32-34.
1986 - “Os ciganos: uma minoria discriminada”, Revista Brasileira de Política Internacional, ano XXIX, vol. 115/116, pp.21-46.
Palheta, I. e Bueno, V.
1990. “Notizie sugli Zingari in Brasile”, Lacio Drom, ano 26, no. 6, pp. 6-10
Pereira, Cristina da Costa.
1985. Povo cigano, Rio de Janeiro (edição da autora)
1989. Os ciganos continuam na estrada, Rio de Janeiro: Ribro-Arte
1990. “Gli zingari in Brasile”, Lacio Drom, Ano 26, n. 6, pp.3-5
1991. Lendas e histórias ciganas, Rio de Janeiro: Imago
1992. “La situazione sociale degli zingari in Brasile”, Lacio Drom, Suplemento ao no.1-2, pp.121-27
Rezende, D. F. de Almeida.
1995. Atitudes, comportamentos e etnicidade: um estudo sobre uma minoria cigana de Belo Horizonte a partir de um modelo de conflito/competição, Belo Horizonte (ms)
1995. Os ciganos na cidade: um estudo sobre o contato interétnico, Belo Horizonte (ms)
2000. Transnacionalismo e etnicidade: a construção simbólica do Romanesthàn (Nação Cigana), Belo Horizonte, UFMG, Dissertação de Mestrado em Sociologia (ms)
Rodrigues, M. L. Nunes.
1987. Considerações gerais acerca dos elementos principais na manutenção da identidade étnica do povo cigano, Belo Horizonte (ms)
Rosso, R.
1985. “Ciganos: uma cultura milenar”, Revista Vozes, vol. 79/3, pp.169-202
1992. Ciganos: um povo de Deus, s.l., s.ed.
Sant'Ana, M. L.
1983 - Os ciganos: aspectos da organização social de um grupo cigano em Campinas, São Paulo: USP
Schepis, Rosaly Mariza.
1999. Ciganos: os filhos mágicos da Natureza, São Paulo: Madras
Silva, Rosicleide Alves da.
1999. Os ciganos Calon em Sergipe, São Cristóvão/Aracajú: UFSE, Monografia de Bacharelado em Serviço Social (ms)
Stanescon-Rorarni, Mirian
s.d. Lilá Romaí: cartas ciganas. O verdadeiro oráculo cigano, ed. da autora
Teixeira, Rodrigo Corrêa.
1993. A ‘questão cigana’: uma introdução, Belo Horizonte: UFMG, Monografia de Graduação em Geografia (ms)
1998. Correrias de ciganos pelo território mineiro (1808-1903), Belo Horizonte: UFMG, Dissertação de Mestrado em História (ms).
1999. História dos ciganos no Brasil, Recife, Núcleo de Estudos Ciganos
2000. História dos ciganos no Brasil, Recife, NEC, E-texto 2 [www.dhnet.org.br]
BIBLIOGRAFIA CIGANA
A bibliografia citada a seguir está disponível para pesquisadores ciganos e não-ciganos no
Núcleo de Estudos Ciganos (NEC)
a/c - Frans Moonen
Rua Manoel Joaquim de Almeida 104
Iputinga
50670-370 Recife - PE
fjmmoonen@yahoo.com.br
1. Bibliografia brasileira:
Adolfo, Sérgio Paulo.
1999. Rom: uma odisséia cigana, Londrina: Editora UEL
Aristicth, J.
1995. Ciganos: a verdade sobre nossas tradições, Rio de Janeiro: Irradiação Cultural
Bueno, V. R. dos Santos
1990a. Espacialidade e territorialidade dos grupos ciganos na cidade de São Paulo, São Paulo: USP, Monografia de Especialização em Geografia (ms)
1990b. “La problemática spaziale dei calons nomadi”, Lacio Drom, ano 26, n. 6, pp. 11-19
1992. “Le politiche regionali e locali verso gli zingari in Brasile”, Lacio Drom, suplemento ao n. 1/2, pp.128-132
1997. “A globalização e o espaço do cidadão”, Travessia, ano X, n. 27, pp.15-21
Caldeira, Hugo.
1996. A bíblia e os ciganos, Belo Horizonte: O Escriba Editora
Campos, Claudia Camargo.
1999. Ciganos e suas tradições, São Paulo: Madras
Cândida, Ninon Roze Sobreira.
1995. Trajetória cigana: um povo fiel a si mesmo, Belo Horizonte: PUC, Monografia de Graduação em História (ms)
Cavalcanti, S. M. Ribeiro Simon
1994. Caminheiros do Destino, São Paulo: PUC/SP, Dissertação de Mestrado em História (ms)
China, J.d’Oliveira
1936. “Os ciganos do Brasil”, Revista do Museu Paulista, Tomo XXI, pp. 323-669
Dornas Filho, J.
1948 - “Os ciganos em Minas Gerais”, Revista do Inst. Histórico e Geográfico de Minas Gerais, Vol. III, pp. 138-187
Gasparet, Murialdo.
1999. O rosto de Deus na cultura milenar dos ciganos, São Paulo: Paulus
Hoffmann, C. C.
1992. A alma roubada: estudo de um grupo cigano em Jaraguá do Sul, Blumenau: Instituto de Pesquisas Sociais
Liechocki, Sally E. Esmeralda.
1999. Ciganos: a realidade, Niterói: Heresis
Lima, Solange T. de.
1996. Paisagens & Ciganos, Rio Claro: UNESP, Tese de Doutorado em Geografia (ms)
Locatelli, M.
1981 - O ocaso de uma cultura: uma análise antropológica dos ciganos, Santa Rosa: Barcellos Editora
Macedo, O.
1992 - Ciganos: natureza e cultura, Rio de Janeiro: Imago
Maia, L. Mariz.
1993. Ciganos na Comunidade Europeía: documentos, João Pessoa: PR/PB
1996 - The Rights of the Gypsies under English and Brazilian Law, London: School of Oriental and African Studies, LMM Essay (ms)
Mello Moraes Filho, A.
1981 [1886/1885] - Os ciganos no Brasil & Cancioneiro dos ciganos, Belo Horizonte: Itatiaia
Moonen, F.
1993. Ciganos Calon no sertão da Paraíba, Brasil, João Pessoa: PR/PB (2a. edição, Cadernos de Ciências Sociais 32, João Pessoa: MCS/UFPB, 1994)
1995. As minorias ciganas e o Direito: projeto de estudo interdisciplinar, Cadernos de Ciências Sociais 36, João Pessoa: MCS/UFPB
1996. “A História esquecida dos Ciganos no Brasil”, Saeculum: Revista de História, João Pessoa, UFPB, no. 2, pp. 123-138.
1997. Ciganos, na Europa e no Brasil, Recife (edição do autor; 1ª ed. 1996)
1999. Rom, Sinti e Calon: os assim chamados Ciganos, Recife, Núcleo de Estudos Ciganos
2000a. Rom, Sinti e Calon: os assim chamados ciganos, Recife: NEC, E-Texto nº 1 [www.dhnet.org.br]
2000b. As Minorias Ciganas: direitos e reivindicações, Recife: NEC, E-Texto nº 3 [www.dhnet.org.br]
2000c. Ciganos Calon na Paraíba, Brasil (1993), Recife: NEC, E-Texto nº 4 [www.dhnet.org.br]
2001. “Historia de los gitanos de Brasil”, I Tchatchipen, nº 34, pp.4-18
2002a. “Assassinatos reais de mitos errantes (I): o Poraimos (Holocausto) cigano”, Insight/ Inteligência, nº 16, pp.126-135
2002b. “Assassinatos reais de mitos errantes (II): consagração da imagem, profanação das gentes”, Insight/Inteligência, nº 17, pp. 77-85
2002c. “Assassinatos reais de mitos errantes (III): dos reis ciganos aos presidentes da Nação Romani”, Insight/Inteligência, nº 18, pp.121-130
Mota, Á. Vilas Boas da.
1982. “Contribuição à história da ciganologia no Brasil”, Revista do Inst. Histórico e Geográfico de Goiás, ano X, pp.3-42
1984 - “Os ciganos do Brasil”, Correio da Unesco, 12, p.32-34.
1986 - “Os ciganos: uma minoria discriminada”, Revista Brasileira de Política Internacional, ano XXIX, vol. 115/116, pp.21-46.
Palheta, I. e Bueno, V.
1990. “Notizie sugli Zingari in Brasile”, Lacio Drom, ano 26, no. 6, pp. 6-10
Pereira, Cristina da Costa.
1985. Povo cigano, Rio de Janeiro (edição da autora)
1989. Os ciganos continuam na estrada, Rio de Janeiro: Ribro-Arte
1990. “Gli zingari in Brasile”, Lacio Drom, Ano 26, n. 6, pp.3-5
1991. Lendas e histórias ciganas, Rio de Janeiro: Imago
1992. “La situazione sociale degli zingari in Brasile”, Lacio Drom, Suplemento ao no.1-2, pp.121-27
Rezende, D. F. de Almeida.
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
Radiestesia prática ilustrada
Sinopse: Talvez tão antiga quanto a civilização humana, a radiestesia chegou até nossos dias como a melhor técnica passível de nos demonstrar porções do oculto, e aí coisa maravilhosa - sob vontade. No entanto a radiestesia encontrava-se enferma, mergulhada que estava no grosso caldo do esoterismo bissexto. O autor baseado no conhecimento do aparelho psíquico humano, apresenta pela primeira vez uma teoria moderna capaz de resolver o impasse a do diálogo entre o consciente e o inconsciente. Este livro também demonstra por meio de seqüências fotográficas a forma correta de operar, detalhando todos os exercícios pertinentes í disciplina, ensina a usar os instrumentos radiestésicos passo-a-passo, permitindo explorar a interface natural no ser humano, que capta manifestações sutis do mundo externo e por meio da técnica radiestésica acessa esses conteúdos.PARA BAIXAR O ARQUIVO:
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