sábado, 21 de agosto de 2010

Pais recusam que filhos partilhem escola com ciganos

A Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância (ECRI) elaborou um relatório, o terceiro sobre Portugal relativo aos ciganos, denunciando que estes são vítimas de exclusão social no que toca a habitação, emprego, escola, bens e serviços, noticia a Lusa.

O relatório, apresentado em Lisboa esta quinta-feira, por um membro da ECRI, Fernando Ramos, recomenda «vivamente» às autoridades portuguesas medidas efectivas de combate a esta discriminação e que «se debrucem sobre as comunidades que vivem em situações precárias, para as realojar de maneira adequada».

Ciganos: fundos para integração são «mal aplicados»

O relatório recomenda também que sejam investigadas situações de «comportamentos abusivos» relativamente à habitação, como os «despejos arbitrários» e solicita ajuda para a comunidade cigana encontrar emprego, proibindo condutas discriminatórias dos empregadores.

As autoridades portuguesas são incitadas a reforçar a frequência dos ciganos na escola e a promover a cultura cigana junto de professores e alunos, uma vez que a taxa de abandono escolar é «muito elevada» e registam-se casos de «reacções hostis» de pais que recusam a partilha do mesmo espaço escolar dos seus filhos com alunos de etnia cigana.

No que respeita aos alegados abusos das autoridades, Portugal deverá esclarecer que não são toleráveis palavras de racismo contra estes cidadãos e deve «implementar meios de diálogo intercultural».

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Ciganos e africanos são os mais discriminados na escola

Os ciganos, os africanos e seus descendentes são os grupos «mais vulneráveis» à discriminação no sector da Educação em Portugal, revela um estudo sobre Racismo apresentado esta terça-feira, em Lisboa, pela Amnistia Internacional, escreve a Lusa.

«Os fenómenos de discriminação podem ser observados em diversos níveis do sistema de ensino, ainda que por vezes ocorram de forma inconsciente e sejam difíceis de monotorizar», refere o estudo «O Racismo e a Xenofobia em Portugal Após o 11 de Setembro», conduzido pelo Centro de Investigação em Ciências Sociais e Humanas (Númena).

Barcelos: separação de alunos ciganos teve «acordo» dos pais

Segundo o estudo, os dados existentes, apesar de não serem abundantes e sistematizados, mostram também «diferenças significativas nas taxas de sucesso e abandono escolar entre alunos com diferentes origens nacionais e étnicas».

O estudo salienta que, de acordo com algumas investigações em Portugal, a «crença de que, a nível pessoal, alunos de determinada etnia são menos inteligentes, menos capazes academicamente ou culturalmente inferiores, pode constituir suporte para baixas expectativas dos professores, geralmente facilitadoras do insucesso entre alunos pertencentes a minorias.

http://diario.iol.pt/sociedade/ciganos-africanos-imigrantes-discriminacao-escola-tvi24/1050384-4071.html

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

França em pé de guerra por causa do desmantelamento de acampamentos ciganos





Já 40 aglomerados ilegais de imigrantes roma foram desmontados, no que foi comparado às prisões em massa durante a Segunda Guerra Mundial
O desmantelamento de acampamentos de roma (ciganos), pondo em prática a nova política securitária do Governo francês, conseguiu este fim-de-semana despertar críticas à direita e à esquerda, e até vindas do seio do partido no poder, a UMP.

O deputado Jean-Pierre Grand, amigo do ex-Presidente Jacques Chirac e do seu primeiro-ministro Dominique de Villepin, denunciou vivamente a "política ignóbil de desmantelamento dos acampamentos ilegais", depois de 70 roms (ciganos) terem sido afastados sábado da região de Montreuil, nos arredores de Paris.

"Não se pode ser deputado e deixar fazer isso sem reagir, quando se descobre que as forças da ordem, intervindo de manhã cedo, separam as famílias, os homens para um lado e as mulheres e as crianças para outro, com a ameaça de separar mães e filhos", afirmou Grand. Este deputado já esteve suspenso da União para um Movimento Popular (UMP, de centro-direita) por contradizer afirmações do Presidente Nicolas Sarkozy.

"Estes métodos recordam as prisões em massa na Segunda Guerra", sublinhou, pedindo a demissão do prefeito de Seine-Saint-Denis devido ao que se verificou no acampamento de Montreuil.

Quanto à antiga ministra Christine Boutin, líder do Partido Cristão-Democrata, associado à UMP, alertou o Governo para uma política que, no seu entender, tem como consequência "colocar as pessoas umas contra as outras". Numa entrevista ao Parisien, considerou que "a estigmatização desta ou daquela comunidade exarceba a violência".

Recambiados

A França está sob críticas crescentes por causa das rusgas aos acampamentos ilegais de ciganos - nas últimas duas semanas, 40 acampamentos de roma (provenientes sobretudo da Roménia e da Bulgária) foram desmantelados, e o Governo tem o objectivo expresso de desmantelar metade dos acampamentos ilegais (300) nos próximos três meses.

O ministro do Interior, tido como "homem de mão" de Sarkozy, tem dito que os roma seriam recambiados para os seus países de origem, em "voos especialmente fretados". Setecentas pessoas, disse na quinta-feira, estariam já prestes a ser alvo desse repatriamento.

O endurecimento da política securitária por parte de Sarkozy, que quer retirar a nacionalidade a "delinquentes de origem estrangeira", tem deparado com acusações de xenofobia.

Na semana que passou, o Comité para a Eliminação da Discriminação Racial das Nações Unidas, que apreciou a situação vivida em França, criticou a "falta de vontade política" face a um "recrudescimento" dos actos racistas e xenófobos" no país. Criado para verificar a aplicação da Convenção Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, de 1965, o comité debruçou-se sobre a França numa apreciação de rotina mas centrou-se nas recentes declarações de Sarkozy.

A UMP, o Eliseu e o Governo reagiram indignados às críticas - que não são ainda as recomendações finais, que só deverão ser emitidas no fim do mês. "Não há nenhuma vontade de estigmatizar uma comunidade, trata-se apenas de fazer respeitar a lei", garantiu o ministro Hortefeux.

Enquanto isto, o Centro Europeu dos Direitos Roma colocou à consideração deste comité da ONU um comunicado do Eliseu no qual se referia a "situação inaceitável" de acampamentos ilegais de roma, que seriam fonte de tráficos ilícitos e da exploração de crianças para mendicidade, prostituição ou crime.

Tais declarações podem, no entender desta entidade jurídica de interesse público, com sede em Budapeste, "promover ou incitar a discriminação racial, o ódio e actos violentos".

Por Jorge Heitor

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sábado, 14 de agosto de 2010

Ciganos na Europa: Notícias


12 milhões de ciganos continuam segregados e discriminados na Europa

servicopastoraldosmigrantes

Os ciganos, a maior minoria étnica da União Europeia, continuam enfrentando a discriminação e a segregação de modo persistente. A Comissão Europeia instou os Estados-Membros, num relatório apresentado na quarta-feira (07), a utilizar os fundos da UE para a sua integração social e econômica. O acesso desta comunidade ao emprego, à educação sem segregação, à habitação e à saúde, afirma o relatório, é vital para a sua inclusão. A integração dos cerca de 10 a 12 milhões de pessoas que constituem esta comunidade – uma população tão importante como a da Bélgica ou da Grécia – é uma responsabilidade conjunta dos Estados-Membros e das instituições da UE. O progresso alcançado em matéria da sua integração nos últimos dois anos é objeto de um outro relatório em separado. Estes relatórios serão revistos pelos participantes na segunda cimeira europeia sobre os ciganos, que se encerra hoje (08), em Córdoba, na Espanha.

«A União, que se fundamenta em valores fortes, deve assegurar que os direitos fundamentais dos ciganos sejam respeitados. A discriminação desta minoria étnica não é aceitável, diz a Vice-Presidente da Comissão, Viviane Reding, Comissária para a Justiça, os Direitos Fundamentais e a Cidadania. “A solução dos seus problemas beneficia as nossas sociedades e economias. Só com a regularidade e a coordenação das nossas ações poderemos realmente melhorar a situação desta etnia em toda a Europa».

László Andor, Comissário da UE para o Emprego, os Assuntos Sociais e a Inclusão, salientou: «Os esforços para integrar o povo cigano devem abranger um ciclo de vida inteiro, desde a pré-primária até ao ensino regular para as crianças, empregos para os adultos e cuidados para os idosos. As comunidades ciganas devem também poder participar esse beneficiar da luta contra a pobreza e o desemprego.» Acrescentou ainda que “o povo cigano não precisa de um mercado de trabalho à parte, não precisa de escolas que prolonguem a segregação das crianças ciganas e não quer guetos ciganos renovados. O nosso objetivo é fazer com que os ciganos sejam aceites em igualdade de circunstâncias, que sejam integrados na sociedade. O Fundo Social Europeu é um mecanismo importante para apoiar esta abordagem transversal.»

Na comunicação política, a Comissão esboça um programa intercalar ambicioso para responder aos maiores desafios em termos de inclusão dos ciganos, que são:

A mobilização dos fundos estruturais, incluindo o Fundo Social Europeu – que no total representam quase metade do orçamento da UE – para apoiar a inclusão deste povo;

A tomada em consideração das questões relacionadas com esta comunidade em todos os domínios políticos relevantes ao nível nacional e da UE, como o emprego, o desenvolvimento urbano, a saúde pública e o alargamento da UE;

Aproveitar o potencial desta comunidade para apoiar o crescimento inclusivo como elemento da estratégia para a Europa 2020.

Embora a situação de muitas comunidades ciganas da Europa permaneça difícil, foram alcançados progressos importantes tanto ao nível comunitário como nacional. Nos últimos dois anos, a UE e os Estados-Membros esforçaram-se para que a legislação de luta contra a discriminação e o financiamento em prol da inclusão dos ciganos fossem mais eficazes. As medidas incluíram, por exemplo, a luta contra a discriminação, a segregação e a violência racista, assim como o apoio aos programas destinados a quebrar o círculo vicioso da pobreza, da marginalização social, dos maus resultados escolares e das precárias condições de habitação e de saúde.

Por exemplo, a Comissão lançou processos judiciais contra 24 Estados-Membros para garantir que a legislação da UE de luta contra a discriminação por motivos de raça fosse corretamente transposta para a legislação nacional. Destes processos, 12 estão ainda a correr e 12 terminaram com êxito. Para incentivar a utilização eficaz dos fundos estruturais por parte dos Estados-Membros, a Comissão lançou dois estudos que identificarão os projetos, os programas e as políticas de maior êxito no que toca à inclusão dos ciganos – um primeiro estudo sobre os fundos em geral e um segundo no domínio do apoio do Fundo Social Europeu aos ciganos.

A comunicação e o relatório intercalar serão discutidos na segunda cimeira europeia sobre os ciganos, que é organizada em conjunto com a presidência espanhola da UE. O evento junta representantes de alto nível das instituições da UE, dos Estados-Membros e da sociedade civil para rever os progressos alcançados desde a primeira cimeira, em 2008.

Antecedentes

A comunidade cigana é discriminada nos domínios econômico, social e político. A riqueza que poderia trazer à sociedade europeia é frequentemente negligenciada e prejudicada por estereótipos e preconceitos.

No seguimento do apelo dos líderes da UE, a Comissão publicou um relatório completo sobre os instrumentos, as políticas e os progressos alcançados pela UE na inclusão desta comunidade, que foi apresentado na primeira cimeira, realizada em Setembro de 2008. Em Dezembro de 2008, os líderes da UE confirmaram o compromisso dos seus governos para utilizar as ferramentas disponíveis em prol da inclusão desta comunidade. Em 2009, a Comissão lançou a Plataforma Europeia para a Inclusão dos Ciganos que junta peritos e decisores políticos. Foram desenvolvidos 10 princípios comuns e básicos para a inclusão deste povo que orientarão a planificação política de ações eficazes e a sua aplicação.

A UE dispõe de um quadro jurídico para o combate à discriminação. Usa os fundos estruturais europeus e lança iniciativas de sensibilização contra a discriminação dos ciganos. Além disso, coordena domínios de intervenção particularmente relevantes para a inclusão deste povo, como sejam a educação, o emprego e a inclusão social.

Informações adicionais

A UE e os ciganos :

http://ec.europa.eu/roma

2.ª cimeira europeia sobre os ciganos :

http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=88&langId=en&eventsId=234&furtherEvents=yes

Europe 2020 :

http://europa.eu/press_room/press_packs/europe_2020/index_en.htm

Vídeo da conferência de imprensa: Conhecemos realmente os ciganos?

http://www.tvlink.org/mediadetails.php?

key=14dd891ef3e6ee4b9e6b&title=Do+we+really+know+the+Roma%3F++International+Roma+Day+raises+the+question&titleleft=Employment

Fonte: Revista Oriundi, 08/04/10.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Estudo do Baralho Cigano: Noção de Arquétipo



Texto de Claudia Baibich

Existem ideias ou padrões  universais presentes em todas as culturas e que possuem significados atemporais, sendo percebidos, experenciados  e identificados somente através da manifestação simbólica. Essa manifestação da-se por meio de imagens e fortes emoções.
Encontram-se além da consciência e são adquiridos de forma hereditária, representando o aspecto psíquico do cérebro, segundo a interpretação Junguiana:


Jung escreveu que “Os arquétipos são sistemas de prontidão que são ao
mesmo tempo imagens e emoções. São hereditários como a estrutura do cérebro. Na
verdade é o aspecto psíquico do cérebro. Constituem, por um lado, um preconceito
instintivo muito forte e, por outro lado, são os mais eficientes auxiliares das
adaptações instintivas. Propriamente falando, são a parte ctônica da psique – se
assim podemos falar – aquela parte através da qual a psique está vinculada a
natureza, ou pelo menos em que seus vínculos com a terra e o mundo aparecem
claramente. Os arquétipos são formas típicas de comportamento que, ao se
tornarem conscientes, assumem o aspecto de representações, como tudo o que se
torna conteúdo da consciência. Os arquétipos são anteriores à consciência e,
provavelmente, são eles que formam os dominantes estruturais da psique em geral,
assemelhando-se ao sistema axial dos cristais que existe em potência na água -mãe,
mas não é diretamente perceptível pela observação. Do ponto de vista empírico,
contudo, o arquétipo jamais se forma no interior da vida orgânica em geral. Ele
aparece ao mesmo tempo que a vida. “Dei o nome de arquétipos a esses padrões,
valendo-me de uma expressão de Santo Agostinho: Arquétipo significa um “Typos”
(impressão, marca -impressão), um agrupamento definido de caracteres arcaicos,
que, em forma e significado, encerra motivos mitológicos, os quais surgem em
forma pura nos contos de fadas, nos mitos, nas lendas e no folclore.”
Através da análise arquetípica, percebe-se o padrão de comportamento que está atuando na pessoa, através  da manifestação de um ou  mais arquétipos de modo constante e recorrente ou de maneira eventual.

Esses arquétipos podem ser:
do herói salvador;
do velho sábio;
da donzela que necessita de proteção;
da sedutora histérica que tem prazer apenas em seduzir e não vive sua paixão;
da sacerdotisa;
da mãe castradora;
do louco;
do monge solitário,
do guerreiro que necessita conquistar;
do predador que necessita destruir;
do mago que necessita controlar almas e mentes;
da velha  bruxa;
do líder;
do pecador que precisa punir a si mesmo;
do jovem que precisa que lhe indiquem o caminho;
do auto destruidor que não permite a própria felicidade;
da morte á qual todos estão fadados;
da impotência;
do castigo divino e a ira de Deus;
Todos esses arquétipos apresentam uma dualidade e descrevem aspectos positivos e negativos, pois eu posso liderar um grupo de resgate e salvamento ou liderar um atentado terrorista, é o mesmo arquétipo  que está atuando em mim.
Eu tenho que aprender a escolher a forma de usar essa energia primordial e vital, tenho que procurar me conhecer e decidir se fico preso a roda das encarnações, sempre nas mesmas lições ou se escolho a libertação através do crescimento e do aprendizado com os erros recorrentes.
É preciso estar cônscio de que se tenho que viver e aprender algo, não adianta adiar, adiar e adiar, minha vida não muda, minha essência fica estagnada se não resolvo o que tem que ser resolvido.
É como se vivêssemos eternamente o mesmo conto, escrito pelo mesmo autor e dirigido pelo mesmo diretor, apenas circunstancialmente adpatado.

E o que isso tem a ver com Baralho Cigano, Tarot, Astrologia, Runas, Numerologia, etc...

TUDO!
Aliás tem relação com muito mais.

Um abraço e muita Paz.
Continuamos nossos estudos semana que vem.

Sugestão: Analisem o que acontece de modo recorrente em sua vida, como são seus relacionamentos, seu trabalho, seu dinheiro, suas necessidades, etc.
Abra-se para a percepção de si mesmo.

CLAUDIA BAIBICH

terça-feira, 6 de julho de 2010

Introdução ao Baralho Cigano na Umbanda

A mulher cigana tem por tradição uma forte ligação com as artes adivinhatórias (ou divinatórias).
Aprendem desde cedo a realizar a leitura de mãos e  do baralho, respectivamente quiromancia e cartomancia.
A pedidos de leitores, irei iniciar nesse blog, um estudo sobre os arquétipos do barralho cigano.
Esse estudo tem por objetivo fazer com que médiuns que trabalham com as entidades ciganas, aumentem sua percepção sobre esses arquétipos.

Para isso, iremos estudar:
- Arquétipos
- Precognição
- Sincronicidade
- As cartas individualmente
- Leitura

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

O Segredo das Cartas Ciganas

Segredos das Cartas Ciganas: Utilizando as Cartas Ciganas do Brasil

Sibyla Rudana, descendente de ciganos louvaras húngaros, é atualmente um dos nomes mais respeitados nos meios culturais ciganos. Neste trabalho, em que associa a leitura e o conteúdo das Cartas Ciganas a imagens e situações tipicamente brasileiras, demonstra mais uma vez seu domínio sobre o universo deste povo que, mantém sua unidade e respeito à suas mais profundas tradições. Uma leitura é feita com base em muita sensibilidade e intuição, mas também em muita técnica. Este livro é importante para quem quer conhecer as Cartas Ciganas, mas também é um instrumento fundamental para quem quer aperfeiçoar seu jogo.
Editora: Cristális
Autor: SIBYLA RUDANA

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